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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Como Fazer Redinha No Shih tzu

Para quem não sabe fazer um penteado diferente no Shih tzu sem ser a xuca comum, aprenda a fazer a redinha , que fica um charme!







Ps: Esse vídeo pertence ao http://meushitzu.blogspot.com

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Teste de DNA - Já é possível!


Até então, os testes de DNA ficaram conhecidos por serem utilizados em seres humanos para detectar características que comprovam paternidade e particularidades exclusivas de cada indivíduo, entre outras. Mas cães, gatos e passarinhos também já contam com esse avanço da medicina... Das células epiteliais do céu da boca de um cão ou de um gato, podem ser revelados segredos únicos e até então, indecifráveis. E não é feitiçaria ou adivinhação, é medicina veterinária mesmo.

O exame de DNA realizado em cães, pássaros e gatos revela informações importantes sobre os animais como sua procedência, pedigree, genética, uniformidade da linhagem e até mesmo o seu mapeamento genético individual. Ele é simples e rápido e os resultados, na maioria das vezes, concretos e precisos.
Não é porque dois gatos ou dois cães se parecem fisicamente que eles também são parecidos internamente, muito pelo contrário. As diferenças aparecem aos montes com a análise do código genético de cada um deles.
Esse código genético é uma seqüência única de informações que contém todas as características individuais do animal.

“Para fazer, por exemplo, o exame de DNA para comprovação de paternidade, nós recolhemos amostras de células da bochecha de cães e gatos do suposto pai, da suposta mãe e do animal que será analisado. Depois de verificarmos o código de cada um, fazemos um pareamento dos genes e confirmamos a procedência” - explica o médico veterinário Dr. Fábio Alexandre Alves, do CEPAV, laboratório animal que trabalha com os exames de DNA há quase dez anos.

O exame de DNA em animais é semelhante ao exame realizado em seres humanos, com algumas limitações apenas.
Sexagem De Aves O exame de DNA pode tanto ser utilizado para comprovação de paternidade quanto para isolar genes que provocam algumas doenças, principalmente anomalias que envolvem a visão e a coagulação do sangue.

“Fazendo o exame, nós podemos isolar esses genes e futuramente, produzir animais livres de tais anomalias transmitidas geneticamente”- diz Alves. “Algumas doenças são características de algumas raças e, portanto, através do exame, podemos excluir o gene causador”.
O maior número de clientes do CEPAV são cães em busca de comprovação de paternidade, mas lá também são feitos os exames de DNA em gatos, cavalos, bois, avestruzes e de pássaros, para determinar o sexo dos animais. “O único modo de saber qual é o sexo de aves é através da sexagem, que só pode ser feita através do exame de DNA. Não acredite em pessoas que dizem saber o sexo das aves só por olhar, pois elas não apresentam diferenças fenotípicas (diferenças externas)”- diz o criador de aves Luiz Gattaz Maluf.

Sem Traumas A realização do exame de DNA em cães, gatos, cavalos e bois não é nem um pouco estressante para o animal. Em cães e gatos, o procedimento é simples e bastam 20 segundos para ser concluído. Com uma escova especial denominada “Swab”, recolhe-se algumas células da mucosa da bochecha e as amostras são enviadas para análise. Em cavalos e bois, o exame pode ser feito a partir de tufos de pêlos da crina e do rabo. Somente os pássaros precisam passar pela coleta de sangue para que seja feita a determinação dos sexos.

Atualmente, os laboratórios já se utilizam se tecnologias próprias para analisar amostras enviadas por proprietários pelo correio. Então, se você quiser saber, sem sombra de dúvida, se o seu bichinho é realmente descendente de algum ‘pet-nobre’ ou quais são as características ancestrais dele, é só entrar em contato com um desses laboratórios e enviar o material corretamente.


Os animais que se submetem ao exame de DNA recebem um “Certificado de Análise por DNA” que, certamente, está protegido contra falsificações. “O exame está sendo bastante procurado não somente por criadores particulares quanto por entidades e proprietários de canis, pois assim eles também podem assegurar a reputação de seus serviços e a qualidade da procedência dos cães que comercializam” - completa Dr. Fábio.


Ao Pé da Letra

DNA significa ácido Desoxirribunucléico e é a identidade genética permanente, ou seja, é o mapa dos organismos vivos, que determina todo o traço genético do ser. Com exceção de irmãos gêmeos idênticos, cada indivíduo possui um DNA próprio e, entre parentes, existem apenas algumas semelhanças. Tais semelhanças é que são comparadas durante o exame.

O que é impossível detectar através do exame de DNA?
Definir a raça dos animais Prever o comportamento social Diagnosticar a Displasia Coxo femural nos cães de grande porte Determinar a data de nascimento do animal Resultados imediatos

O que é possível detectar através do exame de DNA?
Garantir a integridade do registro genealógico (paternidade comprovada) Verificar e garantir a paternidade em casos de inseminação artificial Classificar e assegurar a qualidade de bons criadores Avanços na criação animal Estabelecer identidade genética permanente à prova de falsificações.

Futuramente, será possível:
Detectar doenças genéticas

Selecionar características genéticas positivas

Selecionar características genéticas de interesse

Animais melhores e mais saudáveis.

Fonte: anuário cães

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cães Idosos - Cuidados


Cuidados especiais na terceira idade


Antigamente era raro ver um cão realmente idoso nas ruas. Todavia, após anos de pesquisa veterinária, pode-se afirmar que, atualmente, 40% dos cães atinge facilmente a terceira idade, ou seja, vive mais de 7 anos. Entre os fatores decisivos para esse aumento da longevidade canina estão os melhores cuidados que os cães recebem de seus donos, a melhor assistência veterinária, alimentação balanceada e adequada aos estilos de vida dos cães e esquemas mais aprimorados e eficazes de vacinação.
Quando é que um cão é considerado idoso?

Tudo depende de seu tamanho. Os cães de raças menores tendem a envelhecer mais devagar, devido ao seu metabolismo. Neste casos, é comum que eles cheguem à terceira idade entre 9 e 13 anos. Ao passo que um cão de grande porte envelhece dos 6 aos 9 anos. Mas, de maneira geral, pode-se dizer que um cão começa a envelhecer aos 7 anos de idade.

A partir desta idade é preciso prestar atenção às mudanças de hábitos do seu velhinho. Elas podem indicar o início de problemas de saúde. E olhe que os cães são peritos em esconder dos donos o seu sofrimento! Nesta altura é conveniente visitar o veterinário não apenas uma vez ao ano para as vacinas, mas semestralmente, a fim de despistar qualquer um dos 5 problemas mais frequentes da terceira idade. Se você está achando muito, é só pensar que em média um ano humano equivale de 5 a 7 anos do cão... você consegue imaginar uma pessoa mais velha ficar 5 anos sem visitar um médico?

Quais são os principais problemas do cão idoso?

Entre outras, temos a insuficiência renal crônica, a insuficiência hepática, diabetes, câncer e insuficiência cardíaca. As primeiras podem ser diagnosticas por meio de exames de sangue e urina. O câncer, através de palpação ou radiografias e a insuficiência cardíaca é diagnostica através de auscultação, radiografia ou eletrocardiogramas. Portanto, se um cão idoso estiver doente e durante a consulta não for diagnosticada nenhuma dessas doenças já temos um bom sinal. O principal a saber é que, uma vez diagnosticadas precocemente, o tratamento será sempre mais eficaz.
Novas descobertas

Em termos de nutrição, sabe-se que no cão idoso o metabolismo basal e a massa muscular diminui, bem como as necessidades energéticas. Todavia, uma das descobertas mais surpreendentes é a maior necessidade de proteína na dieta dos cães a fim de preservar sua massa muscular. Essa descoberta é exatamente oposta à crença que havia até então, de que os cães mais velhos deveriam receber menos proteína e que seu excesso poderia ser prejudicial ao estado geral do cão, e especialmente prejudicial ao fígado e aos rins.

Contudo, estudos mais recentes realizados nos EUA, comprovam que o corpo dos cães mais idosos exige mais proteína para manter sua massa muscular em forma. Certos pesquisadores defendem o aumento da proporção de proteína na dieta dos animais idosos, desde que não sofram com problemas renais. Outro problema comum é a obesidade, que pode e deve ser controlada a partir de uma dieta específica para este fim.

Outra área de preocupação dos donos de cães idosos deve ser a saúde bucal. A partir de uma certa idade, em especial nos de pequeno porte, o tártaro dentário tende a acumular-se entre os dentes e as gengivas causando a periodontite ou doença gengival.

Com a evolução do tártaro, instala-se o mau-hálito (o primeiro sintoma que os donos percebem), a infecção bacteriana e a queda progressiva dos dentes. As consequências são nefastas e os donos devem previnir-se o quanto antes. A principal consequência, fora a queda dos dentes que em si mesmo já é um grande problema, é que as bactérias podem invadir a corrente sangüinea através de hemorragias e isso pode conduzir a infecções generalizadas, atacando especialmente os rins, fígado e o coração.

Para prevenção destes problemas, a visita ao veterinário é a melhor opção, a fim de fazer uma avaliação geral do cão e promover a limpeza do tártaro.

Graças às novas tecnologias da medicina, o câncer também é um problema detectado facilmente. Com o diagnóstico precoce, o tratamento é mais eficaz, garantindo maior longevidade ao cão. O número de cães que desenvolvem algum tipo de câncer é cada vez maior devido, justamente, ao aumento da expectativa de vida deles e também aos efeitos do meio ambiente sobre os organismos.

Descobriu-se recentemente que certos animais desenvolvem a doença porque possuem deficiências genéticas que combateriam a formação dos tumores. O tratamento do câncer passa pela cirurgia, quimioterapia, laserterapia entre outros métodos disponíveis. A castração precoce também beneficia tanto machos quanto fêmeas, reduzindo a incidência dos tumores relacionados aos órgãos reprodutivos (mamas, próstata e ovário) de 20% para 0%. A adição de anti-oxidantes na alimentação contraria o envelhecimento ao proteger as células contra os radicais livres - moléculas instáveis que reagem contra as outras moléculas dentro das células, causando danos irreparáveis. Entre os anti-oxidantes, incluem-se as vitaminas A, E e C, além do selênio.

Outro problema comum aos cães idosos é a artrite. Trata-se de uma doença dolorosa e debilitante, que deve ser diagnosticada e tratada adequadamente pelo médico veterinário. É um grande erro medicar por conta própria os cães com analgésicos humanos porque muitos deles são altamente incompátiveis com o metabolismo canino.

Um dos inimigos mais perigosos é a insuficiência cardíaca, que pode até ser de nascença, mas normalmente é causada pelo envelhecimento. Destacam-se entre os problemas cardíacos mais comuns as deficiências valvulares e o bloqueio do impulso elétrico (muito comum nos cães da raça Boxer). Mais para o fim da vida, as infecções tornam-se as causas mais comuns dos problemas cardíacos. Os cães não tendem a sofrer de colesterol elevado ou artereoesclerose. Contudo as endocardites e as miocardites são mais comuns. Felizmente, já existem bons medicamentos para o tratamento destes problemas.

Com o passar do tempo, a oxigenação cerebral pode ser insuficiente e o nosso velhinho pode nos parecer senil. E é verdade. Isso pode acontecer e não há como prevenir. Enfim... no fundo todos desejaríamos que nosso cachorrinho nunca chegasse a ficar velho. Mas já que isso é impossível, precisamos aceitar este fato com naturalidade e colaborar estreitamente com os veterinários para que possamos promover a melhor qualidade de vida ao nosso velhinho.
O que fazer para facilitar a vida do cão idoso?
O envelhecimento do cão é muito difícil, tanto para o cão, quanto para o dono. Se você facilitar as coisas, a vida de ambos será muito mais feliz.

Com o passar do tempo a visão e a audição deterioram-se. Nesta altura, evite mudanças radicais do mobiliário, hábitos e horários. O animal adapta-se perfeitamente a mudanças graduais, mas se forem súbitas, podem causar um profundo stress e aumentar o risco de doenças. Portanto, caso você precise fazer uma reforma na sua casa, deixe seu cão longe da bagunça e se puder, mude os móveis aos poucos e sutilmente. Com a instalação da artrite, por exemplo, deve-se dar especial atenção ao piso, que não deve ser nunca escorregadio. Também nesta fase, as escovações e o toque são muito importantes para assegurar ao cão a sua presença e amizade. Da mesma forma, podem ainda auxiliar na descoberta de elevações na pele.

O seu fiel amigo de tanto tempo precisa saber que você está lá para o que der e vier. Especialmente porque com a diminuição dos sentidos, pode vir a ficar mais temeroso e dependente de você. Ter dois cães idosos pode ser bastante positivo para que um faça companhia ao outro, mas nada impede que você adquira um filhote, que pode dar uma nova alegria à vida do nosso velhinho. No entanto, é importante prestar atenção ao temperamento do seu cão mais velho: nem todos têm paciência para aguentar a energia e as brincadeiras dos filhotes.

Se os cães sempre foram acostumados a atividades específicas - como ir às exposições, frequentar parques, fazer truques e brincadeiras - é importante que continue podendo exercê-las mesmo depois de certa idade. As brincadeiras como correrias e jogos de bola, normalmente devem ser adaptadas à terceira idade. Não é preciso parar de jogar a bolinha para o seu cão, mas talvez seja prudente jogá-la mais perto e menos vezes.

Mas o principal cuidado que devemos ter com os nossos velhinhos é continuar amando-os como nunca... não o deixando de lado nem descuidando-se dele agora que ele já não está tão lindo quanto na sua infância. Afinal, ele foi seu amigo fiel e lhe dedicou toda uma vida. O mínimo que você deve fazer é cuidar para que a sua velhice seja a melhor velhice possível.

Fonte: Dog Times www.dogtimes.com.br

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Shih tzu Perfeito

Com a popularização da raça Shih Tzu mais acasalamentos mal planejados são promovidos e, conseqüentemente, mais exemplares atípicos no mercado. A verdade é que nunca foi tão difícil adquirir um Shih Tzu de qualidade no Brasil. “O nível da criação vem caindo muito nos últimos anos”, afirma especialistas.

O Canil Mon Amour mostra mais uma matéria de como identificar os padrões da raça, promovendo assim aos leitores uma maior exigência na hora de adquirir um exemplar da raça.



O Shih Tzu perfeito tem:



shihtzu_perfeito

1- Cabeça larga, redonda, apresentando boa barba e bigode e com pêlos do topo amarrados.
2- Olhos grandes, escuros, bem separados um do outro e não proeminentes. Quando o cão nos olha de frente, o branco dos olhos não deve ser visível.
3- Mordedura levemente prognata. Isso é, os incisivos (dentes da frente) inferiores fecham-se imediatamente adiante dos incisivos superiores.
4- Orelhas de bom comprimento, portadas pendentes, inseridas ligeiramente abaixo da linha superior do crânio e revestidas por densa pelagem.
5- Stop (região de encontro entre a testa e o focinho_ definido.
6- Focinho largo, quadrado, curto (medindo aproximadamente 2,5cm do nariz ao stop), com linha superior reta ou levemente inclinada para cima.
7- Nariz (trufa), na maioria dos casos, preto; embora, em cães de pelagem fígado ou manchada desta cor, aceite-se que seja marrom.
8- Pescoço bem proporcionado, levemente arqueado e comprido o bastante para que a cabeça seja portada orgulhosamente.
9- Altura na cernelha de não mais que 26,7cm.
10- Peito largo, atingindo a altura do cotovelo.
11- Antepeito desenvolvido o suficiente para manter as pernas dianteiras devidamente afastadas.
12- Pernas anteriores curtas, musculosas, com boa ossatura e tão retas quanto possível.
13- Pés redondos e parecendo grandes devido à vasta pelagem.
14- Peso de 4,5 a 8,1 Kg, sendo o ideal de 4,5 a 7,3 kg
15- Pelagem longa, densa e com bom subpelo. Uma ligeira ondulação é permitida.
16- Corpo com formato o mais quadrado possível.
17- Linha superior reta e paralela ao solo.
18- Cauda inserida alta e portada sobre as costas.
19- Pernas posteriores retas, curtas, musculosas e com boa ossatura.



shihtzu_perfeito2

20- Todas as Cores são admitidas; nos exemplares particolores (aquelas que mesclam branco com outra cor), é desejado que a ponta da cauda e uma listra na testa sejam brancas. Nas cores sólidas como o preto e o chocolate (fígado) a trufa (nariz) pode ser da cor do cão, aceitando-se o marrom na cor fígado.

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Fonte: Revista Cães & Cia

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